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Confira alguns números e dados sobre a área de ensino e pesquisa na área de saúde no Brasil. As informações fazem parte da publicação Coalização Saúde Brasil – Uma agenda para transformar o sistema de saúde

Carência de profissionais formados em gestão na saúde:

  • Sistemas de referência têm até 95% da liderança formada por não-médicos.
  • O Brasil tem poucas opções de formação de gestores em comparação aos sistemas de referência (existem cerca de 60 opções nos Estados Unidos e cerca de 100 no Reino Unido).

Carência de médicos da família e geriatras:

  • O Brasil tem 1 médico de família por 10.000 habitantes enquanto a média da OCDE é de 10/10.000 habitantes.
  • O Brasil tem 5 geriatras por 100.000 habitantes em comparação a 20/100.000 nos Estados Unidos e 10/100.000 no Reino Unido.

A baixa qualidade da formação de profissionais leva hospitais a dedicar até 700 horas à capacitação de novos quadros.

O Brasil está entre os países que mais publicam, mas as pesquisas têm impacto limitado e baixa conexão com as necessidades da indústria:

  • O país ocupa a 15ª colocação em publicações, mas somente a 40ª colocação em citações por publicação.
  • O incentivo de volume produzido não contribui para uma melhoria do indicador de impacto.

A burocracia na aprovação de pesquisa clínica impacta a competitividade e limita o investimento no Brasil:

  • O tempo de aprovação para realização de testes clínicos no Brasil é de 10-141 meses, superior ao de sistemas de referência como Estados Unidos (3 meses).
  • Apesar do grande potencial, apenas 1% da pesquisa clínica é realizada no Brasil.

Para conferir o panorama completo da cadeia do setor saúde no Brasil, acesse ou baixe gratuitamente a publicação aqui